Como as novas tecnologias vão mudar a TV que conhecemos
O suporte da TV você já conhece. É aquele aparelho que você involuntariamente liga por um botão e que acaba prendendo sua atenção, de uma forma ou de outra. Não se incomode caso você seja viciado em televisão, o aparelho é fonte de entretenimento para a maior parte da população. No entanto, caso a proposta da Google TV saia do papel e vá para a avenida, pode ser que aquele rótulo incômodo de "veículo passivo" fique um pouco de lado.
Basicamente, a Google TV é um computador criado para ser conectado em televisores e dar acesso ao mundo maravilhoso da Internet. Para tanto, foi construída pensando na usabilidade. Assim, ela tem muito mais entradas e saídas que seu velho videocassete Panasonic, integração com telefones e um teclado especial para usar no sofá.
Lindo. Se não fosse tão parecida com a Apple TV, sua concorrente que patina no mercado por conta de falta de conteúdo. Coisa que, honestamente, não requer um aparelho desses para ser consumido.
O consumidor quer o conteúdo e quer agora.
No Brasil há uma tendência bem interessante que deve acelerar o crescimento dos serviços de streaming. Trata-se da troca das televisões antigas por novas com suporte à TV digital. Boa parte das mais novas já vêm com telas especiais para acessar conteúdos em streaming. Até 2014, boa parte dos lares de classe média brasileiros terão um aparelho como a SmartTV.
Em 2014 tem Copa do Mundo, o que geralmente aquece a procura por televisores. Se é para trocar, por que não escolher uma com acesso à Internet?
Isso sem falar nos planos de popularizar ainda mais os serviços de banda larga. Hoje já são cerca de 14 milhões de pontos conectados a alta velocidade.

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