Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (14) projeto de resolução que cria 66 cargos para o PSD na estrutura da Casa

 PSD reivindica mais espaço, em cargos e salas, na Casa. Em outubro, o presidente da Câmara, Marco Maia, havia oferecido ao novo partido salas ao lado da liderança do PC do B, no Anexo II, mas o partido rejeitou, pedindo um local de "visibilidade".

Na época, o líder da bancada do PSD, Guilherme Campos (SP), reclamou publicamente. "Esse espaço não nos atende. Uma bancada merece o reconhecimento da Casa de ter um espaço à sua altura. Esse não dá visibilidade", disse na ocasião.



 O partido criado neste ano pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, já tem a terceira maior bancada da Câmara, conseguiu mais uma vitória ,  a aprovação do projeto de resolução que cria 66 cargos para o PSD na estrutura da Casa.


Os cargos extras são temporários e custarão cerca de R$ 10 milhões até a próxima legislatura. Havia previsão de remanejamento de 16 cargos de outros partidos, mas não houve acordo entre as legendas que perderiam espaço.


"Essa divisão foi consultada pelo colégio de líderes. É uma solução provisória", destacou o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP). 



O projeto de resolução que cria 66 cargos para o PSD foi aprovado nesta quarta-feira (14) na Câmara dos Deputados com um artigo adicional que impede a extinção de 300 cargos de nível médio da estrutura da Casa e dá amplos poderes à Mesa Diretora para criar, transformar e extinguir cargos, desde que não haja "acréscimo de despesas".
O objetivo da medida seria "resguardar" 300 vagas que seriam extintas com a aposentadoria dos atuais ocupantes, conforme previsão em resolução anterior. Os cargos seriam ocupados após realização de concurso público em 2012, com salários de R$ 5,2 mil para nível médio.

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